História de Portugal

História de Portugal

População e Gegrafia

Portugal é um país da Europa ocidental com uma população de cerca de 10 milhões de habitantes. Os habitantes são maioritariamente brancos caucasianos, embora nas ruas de Lisboa e de outras cidades nos possamos cruzar com gentes de todas as partes do mundo, numa mistura incrível de costumes e línguas. A República Portuguesa faz parte da [tippy title=”União Europeia”][/tippy] e tem como moeda oficial o [tippy title=”euro”][/tippy] (€).A língua falada é o Português.
O território português faz fronteira a Norte e a Este com a Espanha sendo banhado pelo Oceano Atlântico a Sul e a Oeste.
A capital é Lisboa, uma cidade com uma luz incrível, fruto das cores quentes mediterrâneas que decoram as casas e do reflexo da luz sobre o espelho de água do muito largo estuário do rio Tejo que em alguns locais ultrapassa os 10km de largura.
O norte do País, perto da Galiza (Espanha), é mais frio e mais húmido. À medida que se vai descendo para o sul, a temperatura média vai subindo, atingindo valores bem acima dos 30º no sul, Alentejo e Algarve, onde as excelentes praias e o mar calmo fazem as delícias dos veraneantes.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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A antiguidade, antes de Portugal

A história de Portugal como nação remonta à idade média quando o condado Portucalense se torna independente do poderoso reino de Leão. Contudo, a ocupação do território tem raízes muitos mais antigas com colonizações sucessivas de Fenícios, Celtas, Cartagineses, Romanos e Árabes. Ainda hoje são visíveis indícios da ocupação em numerosas tradições, instrumentos e nomes. Das gaitas de foles Celtas do planalto mirandês às edificações, ruínas e cidades fundadas pelos Romanos (Ponte de Trajano sobre o rio Tâmega em Chaves, Conínbriga, templo de Diana em Évora cidades como Braga -Bracara Augusta, Coimbra – Emínio, Lisboa – Olisipo e Beja – Pax Julia ) aos inúmeros nomes de utensílios e localidades começadas por “AL” de origem árabe; (Algarve, castelo de Almourol, Almotolia (recipiente para guardar azeite).
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O inicio da Nação

Em 1096 o então rei de Leão e Castela, Afonso VI entrega o governo do Condado Portucalense, uma enorme parcela de território entre os rios Minho e Douro, a Henrique de Borgonha como dote de casamento da sua filha Teresa.

Após a morte de D. Henrique, a viúva D. Teresa, tenta alargar os seus domínios tendo-se aliado à nobreza galega contra a sua meia-irmã Urraca rainha de Leão e Castela. De início consegue o seu intento, mas o enorme poderio dos reis de Leão e Castela obrigam os senhores feudais galegos a recuar e a retirar apoio a D. Teresa. Ainda assim, D. Teresa consegue negociar e manter o controlo do Condado Portucalense embora em vassalagem ao rei de Leão em regência, dada a menoridade do seu filho varão, Afonso Henriques.

Contudo em 1122 os interesses de mãe e filho entram em conflito. Em 1125, com apenas 14 anos, Afonso Henriques arma-se cavaleiro e em 1128 trava e vence a decisiva batalha de São Mamede. Afonso Henriques, assume então o governo do condado Portucalense a partir de Guimarães e concentra esforços nas negociações com a Santa Sé para que fosse reconhecida autonomia ao condado Portucalense. Simultaneamente envereda por escaramuças com os muçulmanos que então dominavam quase todo o centro sul da península Ibérica.

Em 1139 vence os Mouros na Batalha de Ourique, onde é proclamado Rei de Portugal.
Nascia assim Portugal como País verdadeiramente independente, com Coimbra por capital, embora só em 1143 tivesse essa independência reconhecida por parte do rei de Leão e Castela aquando da assinatura do tratado de Zamora.
Em 1147 conquista Lisboa com o forte apoio dos cruzados Norte Europeus que seguiam por mar a caminho da Terra Santa.
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A criação Língua Portuguesa e a batalha de Aljubarrota

Em 1297 o rei D. Dinis fixou os limites fronteiriços pelo com os vizinhos reis de Leão e Castela que correspondem grosso modo aos atuais, tendo uns anos antes, instituído como língua oficial do reino, uma mistura de galego e português a que chamou de língua portuguesa em substituição do Latim.
Na segunda metade do sec. XIV, após a morte de D. Fernando I, sem herdeiros masculinos, o reino entrou num período de guerra civil e anarquia, com uma parte significativa da população revoltada face à possibilidade da perda de independência em parte pelo facto de o governo do país ser partilhado pela rainha e por um nobre galego, o conde Andeiro.
Em Dezembro de 1383 D. João, meio irmão do defundo rei, lidera uma revolta contra a rainha e mata o conde Andeiro. Após a morte do conde, o povo de Lisboa aclama-o Regedor e Defensor do Reino.
Em 1385 os castelhanos avançam com homens e armas para tomar o trono de Portugal. O choque entre os 2 exércitos dá-se em Aljubarrota. Graças à notável arte guerreira e de estratégia de Nuno Álvares Pereira , Portugal consegue uma vitória determinante na qual aniquilou definitivamente o exército castelhano e assegurou a independência do reino. Em sua memória e como agradecimento à Virgem Maria, D. João I manda construir o Mosteiro da Batalha que demorou mais de 2 séculos a construir.
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O século dos descobrimentos

A partir da segunda década de 1400, com o incentivo de D. Henrique, começa a grande aventura de Portugal.
As caravelas, pequenos barcos, muito manobráveis e capazes de bem aproveitar os ventos, são o exlibris da marinha portuguesa.
Aperfeiçoam-se as velas latinas e desenvolve-se o astrolábio, instrumento essencial à navegação.
A costa Ocidental de África é sistematicamente visitada e cada vez mais para sul.
Em 1418/19 chegam à ilha da Madeira e em 1427 aos Açores.
Em 1498, Vasco da Gama chegou à Índia, estabelecendo o primeiro contacto direto da Europa com a Ásia – É a epopeia da descoberta do caminho marítimo para a Índia.
Em 1500, Pedro Álvares Cabral desvia-se da costa Africana e aporta no Brasil.
São anos de opulência em que Portugal e mais concretamente Lisboa se torna o centro do mundo do comércio de especiarias provenientes da Ásia.

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O ouro do Brasil

A primeira metade do século XVIII foi marcada pela descoberta de ouro e pedras preciosas no Brasil e o rei D. João V tornou-se rapidamente um dos mais ricos monarcas da Europa.
É Com o ouro do Brasil, D. João V mandou construir um enorme palácio em estilo barroco, a cerca de 25 quilómetros de Lisboa. O Palácio Nacional de Mafra.

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O terramoto de 1755 e as invasões Napoleónicas

Contudo, a 1 de novembro de 1755, ocorreu o grande terramoto de Lisboa que destruiu quase toda a cidade e do qual ainda hoje se podem ver ruínas como p. ex. o Convento do Carmo.
Foi o poderoso primeiro-ministro do rei, Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, que deu início à reconstrução da cidade de Lisboa (tal como a vemos hoje).
No Início do sec XIX, as tropas de Napoleão, comandadas pelo general Junot, invadiram Portugal e tomaram Lisboa a 1 de dezembro de 1807. Porém, antes que os franceses chegassem a a Lisboa, toda a corte portuguesa partira para o Brasil.
Entretanto no ano seguinte a cidade do Porto revolta-se contra a ocupação francesa. Com o apoio dos ingleses comandados pelo Duque de Wellington os planos franceses para a ocupação de Portugal começaram a cair por terra. Derrotado Junot, os franceses ainda enviaram O general Soult e Massena mas a resistência luso-britânica e as batalhas do Buçaco e das Linhas de Torres Vedras puseram fim à política de ocupação de Napoleão.

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A independência do Brasil

Já no início do século XIX Portugal vivia uma crise motivada pelas consequências das invasões napoleónicas. Com a família real ausente no Brasil, a ideologia liberal implantava-se em pequenos grupos da burguesia.
Reuniram-se cortes e D. João VI foi intimado a regressar a Portugal. Antes de voltar, ele nomeou o seu filho D. Pedro como regente do reino do Brasil, o que desagradou às Cortes que entendiam que a soberania só poderia residir em Portugal continental. Após o retorno do rei, em abril de 1821, Lisboa recuperou o seu estatuto de capital e iniciou-se uma intensa movimentação política no sentido de restringir os privilégios do Brasil.
Esta atitude gerou descontentamento no Brasil e no dia 7 de Setembro de 1822 o príncipe D. Pedro recebe uma mensagem de Lisboa, que rasga diante dos companheiros, exclamando: “Independência ou morte!”. Este ato, conhecido como o grito de Ipiranga, deu inicio à independência do Brasil.

O fim dos Reis

Com a morte do rei D. João VI de Portugal, surgiu uma disputa sobre a sucessão entre constitucionalistas e absolutistas.
O herdeiro era D. Pedro, então Imperador do Brasil e constitucionalista convicto. Seguia-se D. Miguel, um tradicionalista que fora expulso do reino após tentar dois golpes absolutistas.
Chamado pela regência, D. Pedro foi por três meses rei de Portugal como Pedro IV. Pressionado pela recusa dos brasileiros à união dos dois reinos e pelos Miguelistas, abdicou pouco depois para a sua filha Maria da Glória então com sete anos. Retornou ao Brasil, deixando o trono a D. Maria e a regência a seu irmão D. Miguel até que esta atingisse a idade necessária para se casarem.
D. Miguel rapidamente convocou cortes e se fez coroar como Miguel I de Portugal, anulando a Constituição e depondo a monarquia constitucional de D. Maria. Seguiram-se seis anos guerra civil.
Após a derrota dos absolutistas, a política portuguesa do século XIX foi marcada por ideias liberais, com os movimentos republicanos a ganharem adeptos.
O republicanismo acentuou-se de tal forma que no início do sec XX, em 1908, o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe foram mortos a tiro na Praça do Comércio em Lisboa por membros da carbonária.

A republica e o estado novo

Em Outubro de 1910 estalava uma revolta e o rei partiu para o exílio na Grã-Bretanha.
A monarquia acabava e era sucedida por uma república parlamentarista, que durou até 1926.
Em 1926, um novo golpe militar pôs fim à Primeira República.
Em 1928 a situação financeira do país era muito grave e António de Oliveira Salazar, um prestigiado professor de finanças da Universidade de Coimbra, foi nomeado ministro das Finanças.
Salazar foi ganhando peso no governo e em 1932 tornou-se presidente do Conselho de Ministros com poderes ditatoriais.
Ditador, conservador e anti comunista, acabou com os partidos políticos tendo o Partido Comunista Português passado à clandestinidade. Greves proibidas, censura, prisão dos opositores e uma polícia política omnipresente – a PIDE.
Rebenta a 2ª guerra mundial e Portugal declara oficialmente a neutralidade.
Já na década de 60 do século passado, surge um fato que iria marcar gerações de portugueses. A Guerra de África. Em Angola, depois na Guiné Portuguesa e Cabo Verde, e em 1964 em Moçambique, surgem operações de guerrilha. Apesar do grande número de tropas portuguesas envolvidas, que chegou a atingir 200 mil homens, a guerrilha não foi contida. A guerra prolongou-se com mais de 63 mil mortos.
Em 1968, Salazar foi afastado do poder por doença, sucedendo-lhe Marcelo Caetano.
Na década de 70 o descontentamento da sociedade portuguesa face ao regime cresceu, impulsionado pelas dificuldades económicas resultantes de 13 anos de guerra do ultramar e pela crise do petróleo de 1973.

O 25 Abril

No dia 25 de Abril de 1974 em Lisboa o MFA conseguiu um bem sucedido golpe de estado que, por não ser violento, se designou historio-graficamente Revolução dos Cravos. A censura acabou, os prisioneiros políticos foram libertados e as maiores instituições do Estado Novo foram extintas. Foi iniciado o processo para conceder a independência colónias ultramarinas.
Foi o inicio da era democrática que vivemos hoje.
Em1986, Portugal aderiu à Comunidade Económica Europeia (CEE).

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