Mosteiro da Batalha

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O Mosteiro da Batalha, também designado por Mosteiro de Santa Maria da Vitória, é indiscutivelmente, uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia. O Mosteiro é Monumento nacional e integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983.

Este excecional conjunto arquitetónico resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, como agradecimento à Virgem Maria  em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.

As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, ( 1386 até 1517) através de várias fases de construção e abarcaram  o reinado de sete reis de Portugal . Esta duração justifica a existência, de soluções góticas (predominantes), mas também manuelinas. Vários acrescentos foram introduzidos no projeto inicial, resultando um vasto conjunto monástico que atualmente apresenta uma igreja, dois claustros com dependências anexas e dois espantes reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.
 
 
 
 
 
 
 
Batalha50A Capela do fundador marca o carácter «real» da edificação. Trata-se de uma construção situada à direita do templo, encostada ao flanco exterior da nave sul, por onde se faz a entrada.  Esta capela foi desenhada por mestre Huguet e encontrava-se ainda em obras em 1426, sendo terminada pouco depois do falecimento do monarca, que para ali foi trasladado, juntamente com a rainha.

O Panteão de D. Duarte, também conhecido por Capelas Imperfeitas, foi planeado em função do testamento de D. João I. Assim, D. Duarte deu início à edificação mas obras, também conduzidas por Huguet, não estavam terminadas, quando o monarca faleceu quatro anos depois, deixando-as incompletas. Embora as obras tenham sido retomadas nos reinados seguintes, o principal do projecto, uma grande abóbada central ficou por concluir, daí o seu nome.

 

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